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Os mercados globais apresentaram volatilidade no mês de março, com tendência negativa para ativos de renda fixa. No Brasil, o temor com a deterioração fiscal causou alta na cotação do dólar e nas taxas de juros de longo prazo. O mercado teme que a situação grave da pandemia exija mais gastos sem contrapartidas na arrecadação. A inflação brasileira segue pressionada por alimentos e commodities, o que forçou o Banco Central a elevar a taxa de juros em 0,75%, para 2,75% ao ano. Em seu comunicado, o BC explicitou que deve elevar os juros em mais 0,75% em sua próxima reunião. O mercado passou a estimar que a taxa SELIC suba até o nível de 5% a 6% no final de 2021.

Nos EUA, a vacinação acelerada já está permitindo a reabertura em alguns locais e o otimismo fez a bolsa norte-americana bater novas máximas históricas. A alta da inflação fez o mercado especular sobre a possibilidade de alta nos juros, apesar do FED seguir pregando que a alta de preços é temporária. As principais estratégias são: Aplicados em juros reais de longo prazo, comprados em uma cesta de moedas G7 e emergentes versus o dólar americano, comprados em uma carteira de ações e aplicados em juros nominais de 2 anos.

  1. Moedas: mantivemos a posição comprada em Dólar canadense e Iene japonês contra uma venda de Dólar norte-americano. Acrescentamos posições compradas em Peso mexicano e Renmenbi chinês contra o USD. A estratégia apresentou resultado positivo;
  2. Juros: mantivemos a posição de NTN-B, com papéis com vencimentos em 2030, 2035 e 2050. A estratégia apresentou resultado negativo no mês;
  3. Inflação: nos desfizemos da posição comprada em inflação implícita com resultado positivo e estudamos voltar caso a inflação implícita recue.
  4. Bolsa: o Ibovespa apresentou desempenho neutro no mês e a nossa carteira de renda variável apresentou performance superior ao índice. A estratégia de valor relativo apresentou resultado positivo no período. A estratégia Equity Hedge apresentou resultado neutro no mês, com os principais ganhos ocorrendo nos setores de Utilities e Commodities não metálicas. Pelo lado negativo, a carteira apresentou perdas nos setores de Comércio e Saúde;
  5. Crédito Privado: aumentamos a exposição em títulos de crédito privado, com foco em ativos emitidos por fintechs e lastreados pela originação de crédito das mesmas. A estratégia apresentou resultado positivo no mês.

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